| |
O aprendiz pode exercer, por exemplo, 6 horas diárias de
trabalho prático
na empresa, incluídas as horas obrigatórias de aulas
teóricas na instituição
de ensino (o número de horas de aulas teóricas vai
depender da carga
horária do curso). No final de seu contrato especial de
trabalho (de no
máximo 2 anos), ele recebe um certificado de capacitação
profissional.
|
| |
A
colocação do adolescente na prática do trabalho
aprendiz condiz com a tendência, em escala mundial, de se
criarem políticas eficazes de educação e
formação profissional que estimulem a capacidade
do jovem de transformar sua realidade pessoal e social.
A implementação da Lei 10.097 pode beneficiar entre
650 mil e 2 milhões de jovens em todo o Brasil, segundo
estimativa do Ministério do Trabalho. Esse número
representa menos da metade dos cerca de 4 milhões de jovens
entre 14 e 17 anos que atuam no mercado informal de trabalho ou
que estão fora do mercado.
O Programa Convivência e Aprendizado no Trabalho é
um passo rumo à solução.
Adolescente, inscreva-se na escola
do trabalho!
Srs. Pais, agora seu filho pode ganhar
para trabalhar e aprender uma profissão!
Empregador, abra vaga para educar
um aprendiz em sua empresa!
Cidadão, participe!
|